DESAFIOS PARA PEQUENAS EMPRESAS EM 2019

O ano que agora termina foi para os empresários brasileiros uma verdadeira prova de fogo, os acontecimentos se sucederão de forma vertiginosa.

Com este cenário de instabilidade política e econômica, muitos negócios acabaram por fechar suas portas, enquanto outros se mantiveram em atividade mesmo sem registrar lucros, esperando a crise passar. Alguns setores até estão crescendo, como é o caso do turismo, da indústria e da agropecuária.

Já o setor de comércio e de serviços dá seus primeiros sinais de retomada no 2º semestre, com projeções de crescimento entre 1 e 2%, considerando a perspectiva de diversos órgãos especializados como o Banco Central e a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo.

Como um bom planejamento estratégico leva pelo menos 6 meses para ser aperfeiçoado, e implementado o empresário já pode começar a pensar nos desafios das pequenas empresas para 2018.

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Contribuição com a retomada da economia

O ano de 2019 promete ser decisivo para muitas empresas e para o Brasil, espera-se um importante respiro: Uma vez que as PMEs são responsáveis por 27% do PIB, as expectativas de crescimento são tímidas, mas reais.

Como podemos, então, contribuir com a retomada da economia no próximo ano?

Para fazer qualquer negócio crescer, não tem outro caminho que não passe por investimento. Para muitos empresários essa palavra pode parecer distante e até deslocada de contexto, ainda mais, com tantas empresas endividadas, no limite de crédito e aprisionadas por juros altos.

Esta situação de endividamento excesivo deve levar a reflexão sobre, se essa situação é resultado da crise exclusivamente ou se pode ter sido agravada por erros de gestão, cujas consequências estão mais evidentes e fáceis de serem percebidas e corrigidas.

É em meio a esse dilema que se comprova a máxima: “a crise é fonte de oportunidades” — mas só para quem se dispõe a aproveitá-las. No momento, é imprescindível construir um planejamento estratégico consistente. Por planejar, entende-se pensar antes de agir. O mercado está instável demais para absorver o risco de ações impulsivas.

O planejamento

Quando é realizado um bom planejamento estratégico, temos o cuidado de analisar mais do que uma área e traçamos uma linha de atuação de forma integrada para as áreas analisadas. Só assim podemos obter uma visão mais realista sobre a saúde da empresa e as suas perspetivas para o futuro:

    • a lucratividade;

    • a rentabilidade;

    • o faturamento;

    • os custos fixos;

    • os custos variáveis;

    • resultado de ações de marketing efetuadas;

    • eficiência das plataformas online existentes;

    • e os prejuízos.

No decorrer do processo de analise deverão ser identificados pontos críticos relacionados com estratégias de mercado, e opções de gestão identificando o que pode e deve ser aperfeiçoado ou alterado com o menor custo possível.

Este tipo de abordagem conjunta é um verdadeiro raio-X podendo proporcionar perspectivas surpreendentes para o crescimento sustentável de qualquer negocio.

A importância da tecnologia nas vendas

Enquanto as PMEs produzem 27% do PIB brasileiro, nos Estados Unidos essa contribuição é de 50%, números fornecidos pela Agência Norte-Americana para os Pequenos Negócios. Em geral, a diferença se deve ao investimento em inovações tecnológicas.

Entre os anos de 2010 e 2014, estima-se que o movimento nas lojas físicas americanas tenha caído 52%, por outro lado o faturamento cresceu 15%, de acordo com a RetailNext.com.

Tudo por conta de tecnologias digitais que garantem personalização de ofertas e interação com as pessoas com base em estudos de comportamento via modelos matemáticos.

Visão e abordagem Globais

É cada vez mais necessário que os empresários tenham uma visão global das limitações, desafios e também oportunidades que surgem. É com alguma frequência que encontramos limitações ou dificuldades em um setor da empresa que tenham relação direta com outro, com o qual nunca tenha sido estalecida uma relação direta de causa efeito.

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